Bem-vindo ao nosso 15º Café da Manhã!

Os livros me fascinam. Posso circular horas pelos espaços de uma boa livraria. Analisar capas, apreciar novas edições de títulos já lidos e descobrir autores fazem parte do itinerário de sempre. Em casa, duas estantes tomadas por mais de 400 livros: de romances a dicionários.

Apesar do apreço pela leitura, nunca dei muita atenção às listas de melhores livros da história ou a outras tantas enumerações literárias. Desde a infância, os livros foram surgindo de maneira natural no meu cotidiano, mas foi nos primeiros anos na universidade que a admiração por alguns professores instigou-me a escolher com mais carinho determinadas leituras.

De lá para cá, experimentei de tudo um pouco. E muitos livros foram ditos como preferidos em épocas diferentes da minha vida. No entanto, há aqueles que me marcaram definitivamente e que me fizeram desejar ser o próprio autor deles. Estes livros permanecem na minha cabeceira e, vez ou outra, são revisitados.

Hoje, decidi compartilhar com você, leitora (como diria Machado de Assis), os meus 15 livros de cabeceira. Talvez você sinta falta nesta lista dos clássicos da literatura e de tantos autores extraordinários, e não haverá nada de errado nisso. Talvez você até já tenha lido boa parte deles e nem se lembre mais de uma única frase, fique à vontade com relação a isso também.

Segundo Airton Ortiz, “Somos, todos nós, frutos dos livros que lemos, das pessoas que amamos e das viagens que fazemos”. Não sei se posso dizer que sou fruto de tudo que li nestes anos todos de vida, mas não há dúvida de que meus livros de cabeceira dizem muito a meu respeito e de que fui grandemente influenciado por eles.

Eis a minha lista, “com açúcar, com afeto”:

  1. Evangelho segundo Lucas (Bíblia Sagrada)
  2. Die Leiden des jungen Werthers (Johan Wolfgang von Goethe)
  3. The Picture of Dorian Gray (Oscar Wilde)
  4. Walden: Or, Life in the Woods (Henry David Thoreau)
  5. Le spleen de Paris: petits poems en prose (Charles Baudelaire)
  6. Les Fleurs du Mal (Charles Baudelaire)
  7. Der Steppenwolf (Hermann Hesse)
  8. Livro do Desassossego (Fernando Pessoa)
  9. Ficções do Interlúdio: 1914 – 1935 (Fernando Pessoa)
  10. O Evangelho segundo Jesus Cristo (José Saramago)
  11. O ano da morte de Ricardo Reis (José Saramago)
  12. Água Viva (Clarice Lispector)
  13. Nova antologia poética (Vinicius de Moraes)
  14. Trapo (Cristovão Tezza)
  15. The Schopenhauer Cure (Irvin D. Yalom)

Mais uma página, mais um gole de Café, e até amanhã!

Prazer, Pablo.

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